Independente do assunto, uma discussão é sempre algo interessante. Quando se trata de algo relacionado à religião, então, logo se torna um prato cheio para todos que adoram dar seus pitacos. Discutir sobre o que acontece dentro das igrejas
Discutir ações de ministérios pode edificar ou não Discutir ações de ministérios pode edificar ou não
13 de nov. de 2012 | Marcadores: Discussão, Filipe, Igreja, Ministérios, Pastor, Texto
31 de Outubro - Reforma Protestante
31 de out. de 2012 | Marcadores: Evangélicos, Fé, Graça, Igreja, Lisieux, Reforma Protestante, Texto
Hoje, 31 de outubro, as igrejas protestantes, particularmente as históricas, comemoram o Dia da Reforma Protestante.
E, ainda que o nosso blog não seja denominacional ou teológico, acho importante lembrarmos esse dia, porque ele deu origem, não só às denominações conhecidas hoje em dia, como também serviu para que o verdadeiro cristianismo voltasse a ser pregado e vivido, trazendo à tona novamente os valores bíblicos que estavam sendo esquecidos pelos cristãos daquela época.
Não vamos aqui fazer um estudo sobre a Reforma, mesmo porque ela já faz parte de qualquer currículo escolar, nem aqui seria o fórum adequado para isso... mas queremos simplesmente lembrar os feitos de grandes homens (e mulheres) que ajudaram a construir a História e se fizeram mártires em nome de uma ideologia, de uma crença... em nome de Jesus.
A bíblia diz, na carta aos hebreus, que temos ao nosso redor uma grande nuvem de testemunhas, falando dos antigos profetas e personagens que ajudaram o povo de Deus no seu projeto de caminhada libertadora. E, certamente, homens como Martinho Lutero, João Calvino, John Huss, John Wesley, e muitos outros, fazem parte desta nuvem de testemunhas, porque também eles enfrentaram a igreja institucionalizada do seu tempo, lutaram contra a comercialização da fé, através da venda de indulgências pela Igreja Católica Romana, aceitaram a perseguição, a prisão e até mesmo a morte pela causa de Cristo, a fim de que o Evangelho pudesse voltar a ser pregado a todos, de forma clara e simples, sem a tutela da Igreja de Roma que se dizia a única capaz de interpretar as Escrituras.
Esses homens lutaram por coisas que faziam parte da genuína pregação do Evangelho, como o sacerdócio universal de todos os crentes, a salvação pela Graça mediante a fé, a importância da santificação, etc; Eles conseguiram que a Bíblia fosse traduzida do Latim, ao qual o povo simples não tinha acesso, para praticamente todas as línguas nas quais ela é publicada hoje em dia. Insistiram, ainda, na suficiência das Escrituras para alcançarmos a salvação, salvação essa que só é obtida pela Graça, através da Fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, não por obras, novenas ou promessas.
Hoje em dia as pessoas se convertem, se batizam, tornam-se membros de uma Igreja, mas não mudam de vida. O problema é que, onde não há uma Teologia forte, também a ética enfraquece, porque a Teologia é mãe da Ética. Nós, cristãos reformados, precisamos fundamentar a nossa ética nas Sagradas Escrituras. Não podemos ser chamados de evangélicos se a nossa conduta não condiz com o que pregamos e nega o cristianismo que dizemos abraçar. A Igreja reformada precisa, ainda, ter um profundo compromisso com a missão, entendendo que o seu campo missionário, a sua paróquia, é o mundo, como dizia John Wesley. A igreja reformada não se desvia do seu chamado, nem se deixa distrair com outras coisas, com "modismos".
Então, amados, que os reformadores nos sirvam de exemplo, sempre. Que saibamos valorizar e honrar aqueles que deram a própria vida em favor de Cristo, para que hoje nós tivéssemos acesso à verdade pura e simples, contida na Palavra de Deus. Que a nossa geração se conscientize de que a Reforma não foi somente um movimento religioso, que foi importante numa determinada época, mas que ela precisa ser uma constante em nossa vida. Um dos lemas da Reforma, atribuído a Calvino, nos alerta: "Igreja reformada, sempre reformando". Ou seja, a reforma não é uma coisa estática, mas dinâmica! E esta reforma não deve ser entendida como uma renovação do conteúdo da fé, mas sim uma restauração do entendimento desse conteúdo, uma atualização na forma de vivermos e entendermos a fé cristã, voltando ao costume de ler a Palavra e dela extrair as nossas referências, compreendendo o que, de fato, Cristo nos legou.
Que este seja, ainda nos dias de hoje, o nosso lema. Reformemos o nosso coração e mente, para que não nos amoldemos a este século, corrompido e corrupto. Que não nos acomodemos com o que os reformadores conseguiram, mas que sigamos em busca de uma nova reforma, não somente em nossas igrejas, mas em nossas atitudes, em nossos corações, em nossas vidas!
| Lisieux Souza | ||||||||
| Pastora, mãe da Anna Elisa e Revisora do Juvemetodista BLOG. | ||||||||
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Uma igreja criativa ou evangelização criativa?
17 de out. de 2012 | Marcadores: Arte, Criatividade, Evangelismo, Igreja, Marcos Botelho, Texto
Por Marcos Botelho | Via Facebook
Você já percebeu que em nome da “evangelização”, pode quase tudo? Comecei a reparar isso faz um bom tempo.
Na maioria das igrejas, ainda, a dança não é bem vinda; não a vemos nos cultos nem nos ambientes eclesiásticos, como festas e confraternização dos crentes. Mas é só marcar um evangelismo em alguma escola, que montam, ou pior, convidam, uma equipe de dança para fazer uma apresentação e chamar a turma, para verem que não somos diferentes dos outros, a não ser na mensagem.
Fazemos isso também com o teatro: vemos de forma rara teatro na igreja, tirando, é claro, a sala de criança (ai, que inveja delas!); mas é só marcar um evangelismo em uma praça, que ensaiamos uma peça, usamos roupas e até maquiagem para mostrar que a criatividade e a arte podem apontar para Cristo.
E, assim, várias outras formas de arte e costumes são “justificadas” com a evangelização: Os palhaços com muito humor, música “secular” para falar de um assunto, filmes, contadores de histórias, poemas, sk8, pintura, um grupo tocando tambores; já ouvi até tatuagens sendo justificadas porque uma pessoa viu a cruz e perguntou o que era e o tatuado pode testemunhar de Cristo.
Se a sua igreja não deixa você fazer algo, tente justificar que é pra evangelismo que você vai ver que dá certo... quase sempre relevam.
Parece que algumas regras, métodos e formas criadas para a igreja não se aplicam à evangelização, assim, cria-se uma “brecha” para poder ter ministérios paralelos à igreja, mesmo sendo, no fundo, da igreja.
Este tipo de regras é incoerente, mas quero dar outro foco agora e não nas regras. Preciso fazer duas ressalvas: 1- Eu, discordando da maioria dessas regras de uso e costume, acredito que são opiniões de pessoas que estão na liderança. 2-Acredito que se a pessoa decidiu congregar em uma igreja, ela tem que respeitar a liderança local e suas regras.
Quero falar sobre esse Evangelismo Criativo.
Por muito tempo estudei e corri atrás de um evangelismo criativo, pois queríamos atrair o maior número possívl de pessoas para ouvir o que tínhamos para falar e mostrar que podíamos ser descolados também.
Foi quando percebi que corremos o risco de estar fazendo uma “propaganda enganosa” para os que não conhecem a igreja, pois cara que fosse atraído com aquela apresentação e mensagem, quando chegasse na igreja pensaria: “essa igreja não é a mesma que eu vi lá na minha conversão”.
Mesmo o Cristo sendo o mesmo, aprendemos a ter uma forma para evangelizar e outra como vida em igreja.
Não acredito mais em Evangelismo Criativo; acho que pode ser um tiro no pé. Acredito em igreja criativa, que vive as multifaces de Deus em sua vida diária e em seus cultos.
Um lugar em que todos possam demostrar seus dons, um lugar onde a gente é surpreendido a cada momento com o que Deus está fazendo, um lugar com liberdade para a arte aparecer e apontar para o verdadeiro artista: o Criador.
Dessa forma, não vamos mais precisar de um evangelismo diferente do que vivemos, pois é só mostrarmos quem nós somos diariamente: Filhos à imagem e semelhança do verdadeiro Artista, do Criador.
Marcos Botelho | Marcos já foi citado em um dos nossos posts, na série "1 bom exemplo, por favor". Se quiser conhecer um pouco sobre o trabalho dele, clique aqui.
Publicado originalmente no Facebook.
Keep calm and walk... with Jesus
16 de out. de 2012 | Marcadores: Desânimo, Filipe, Igreja, Jesus, Texto
Pela minha vivência cristã e também de igreja, posso afirmar que boa parte de nós já sentiu aquela vontade de chutar o balde, jogar tudo para o alto e abandonar nossa caminhada com cristo. Afinal, motivos para provocar o desânimo não faltam em qualquer área da sua vida: são dificuldades no convívio com pais, amigos, namorado; dificuldades no trabalho, entre outras.
Entretanto, um dos locais onde bate o desânimo é na própria igreja, lugar onde deveríamos trabalhar, buscar mais de Deus e estar em paz; mas, é nela que mais encontramos problemas, o que facilmente provoca a frustração. Conviver com as dificuldades, atitudes erradas e podridões dentro da igreja local é algo muito difícil; isso fatalmente diminui o ímpeto de qualquer um.
Só que, volta e meia, me lembro que, mesmo em meio a esse turbilhão, tenho Jesus Cristo, que olha por nós e já tinha avisado isso há muito tempo, há mais de 2012 anos. Tá registrado lá no Evangelho de Jesus Cristo, segundo escreveu João: "Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo." (João16:33).
Quando me lembro disso, e de tudo que Jesus sofreu na cruz, para que hoje eu estivesse aqui, me sinto forte o suficiente para lutar contra tudo que me aflige e tudo que me atrapalha, principalmente contra nossas limitações de cristãos medíocres, que nos levam a procurar erros nos cultos, mensagens tortas de pastores, desafinação nos ministros de louvor, fofocas entre irmãos, etc.
É incrível nossa capacidade de criar subterfúgios quando estamos desmotivados. Colocamos a culpa em tudo e esquecemos de observar nossas fraquezas e fragilidades. Ainda bem que não estamos sozinhos né? Sempre temos o Pai para recorrer e nos apresentarmos como estamos, em busca de socorro. E Ele, com seus grandes braços abertos, sempre está ali para nos confortar, independentemente da situação.
Então, queridos, diante disso, só consigo pensar em uma frase: “Keep calm and walk... with Jesus”.

Filipe Souza
Cristão, jornalista e observador. Quero apenas aprender com tudo que acontece ao meu redor e poder compartilhar isso com as pessoas. É isso!
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5 mentiras que a "igreja" me contou. #02
11 de out. de 2012 | Marcadores: 5 mentiras que a igreja me contou, Igreja, Milhoranza, Poder, Séries, Texto, Vida Cristã
A vida cristã e a sede pelo poder
O ser humano deseja o poder. Sua vontade de dominação sobre o próximo pode ser vista desde a infância, quando um irmão tenta manipular o outro. Este comportamento pode ser observado nas empresas, onde, por meio dos trâmites corporativos, as pessoas querem que seu próximo se submeta aos seus caprichos. A noção de equipe perde facilmente para este primitivo instinto humano. Para alcançar este objetivo, inúmeras estruturas e processos sociais foram criados. Em todas as instituições sociais existem mecanismos que preveem a manipulação do próximo para subjugá-lo à dominação daqueles que estão no topo da hierarquia. A Igreja não é uma exceção a esta regra.
Como toda instituição social, a Igreja também criou seus mecanismos de dominação. Algumas pessoas, quando assumem uma determinada função de liderança, visando o fortalecimento de sua posição e a inerrância de suas sugestões (que soam mais como uma ordem), usam o trecho de Efésios 5.21-23 para legitimar sua tentativa de dominação sobre seu irmão. Neste trecho, Paulo ensina que todos devem ser submissos uns aos outros.
Essa passagem pode ser entendida sob o ponto de vista da humildade e esta interpretação também é correta. Entretanto, somente este sentido deixa margem para o líder, mencionado acima, argumentar que todos os outros devem ter humildade suficiente para acatar suas ordens e sugestões. Apesar do clima de mal-estar, todos acabam concordando por não terem argumentos melhores contra esta clara tentativa de manipulação. Contudo, ao verificarmos a palavra que Paulo usou originalmente para se comunicar com os efésios, quando tratou sobre a submissão, daremos outro sentido ao texto, que poderá ser aplicado por todos os cristãos sem deixar tanta margem para falsas interpretações.
O termo que Paulo usa para demonstrar que os efésios deveriam ser submissos uns aos outros remete ao sentido de “estar posto embaixo como um suporte”. Isto é, a posição de estar embaixo, com o significado de humildade apenas, deixa de lado a razão principal pela qual Paulo escreve, que é servir como um suporte uns aos outros. Portanto, o sentido principal deste texto não é a humildade, mas o serviço cristão. Isso fica mais claro nos versículos seguintes, quando Paulo lembra o amor e serviço que Cristo demonstrou à Igreja, que deveria seguir este exemplo.
Imagine uma mesa sem o seu suporte. Seria inútil não? A existência do suporte em si mesmo não tem muita lógica e, em contrapartida, a tábua da mesa sem um sustentador não tem muita serventia. A mesa estará completa apenas com a tábua e o suporte juntos. Este é o sentido de estar submisso que Paulo usa aos Efésios. Esta interpretação é reforçada pela linguagem que Paulo utiliza durante toda a carta, comparando a Igreja com o corpo humano, no qual cada membro tem sua função e nenhum deles dá ordens impostas aos outros membros. Aliás, no corpo humano, o único órgão que efetivamente dá as ordens é o cérebro, que fica na cabeça. Mas, de acordo com Paulo aos colossenses, o cabeça da Igreja é Cristo; e não qualquer cristão em particular, com suas tentativas de manipulação do seu próximo.
Que o Senhor te abençoe e te guarde.

Alexandre Milhoranza - Convidado Especial
Alexandre Milhoranza é analista de sistemas e estudante de teologia. Muito bem casado com a Ana Claudia e pai da Bárbara e do Eduardo, seus mini filósofos de plantão.
Acesse o novo blog do Milhoranza |
Este texto faz parte da série '5 mentiras que a "igreja" me contou'. Desenvolvida especialmente por Alexandre Milhoranza para o #JuveMetodista BLOG.
Tirinhas #011
9 de out. de 2012 | Marcadores: Deus, Falso Profeta, Falsos Pastores, Humor, Igreja, Lobos, Ronan Valverde, Tirinhas, Um Sábado Qualquer
O Anti-Deus | Autor: Carlos Ruas | Blog: Um Sábado Qualquer
Dica e texto do Ronan Valverde Medeiros
""HERESIA, HERESIA!" gritam alguns. "Você está brincando com Deus, e isso é coisa séria" dizem outros.
Vou te falar uma coisa: O Carlos Ruas com essa charge é uma voz profética muito mais ativa do que você que só vive apontando o dedo para os outros e não faz mais nada pela obra do Deus que você acredita."
Tirinha publicada originalmente no blog Um Sábado Qualquer.
Equipe #JuveMetodista BLOG
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Divergir não é desunir.
8 de out. de 2012 | Marcadores: Desunir, Divergir, Eliézer, Igreja, Texto
"Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união." [Salmo 133:1]
O que venho trazer aqui nesta reflexão é algo que muitos já trouxeram em muitas mensagens: União entre os irmãos.
“Ah, cara! Vai chover no molhado de novo?” Talvez, você pense assim! Na verdade, eu não gostaria de defender uma tese, mas expor algumas impressões que defendo pessoalmente e que tenho compartilhado com alguns amigos.
Somos um povo que quer obedecer a Deus. Amém? Uma vez que temos esta postura, é normal que discordemos e até nos escandalizemos com muito do que se quer fazer em nome de d’Ele. Algumas posturas realmente não se encaixam na vivência que temos do evangelho e da revelação da palavra. Não falo aqui de interpretações divergentes, mas sim de posturas que escandalizam. Tais posturas tendem a despertar nosso senso de opinião e, muitas vezes, tendemos a colocar alguns ministérios e líderes em descrédito.
Recentemente, ocorreu de ser divulgada em todo o Brasil a foto do pr. Lúcio Barreto cheirando a bíblia, com a mesma postura de quem cheira uma carreira de cocaína. Pessoalmente, acredito que esta apresentação do pastor não foi nada prudente, mas conheço e acompanho o ministério dele há um bom tempo. Mesmo me escandalizando, não me foi possível colocar em descrédito o seu pastoreio e tive apenas dois simples motivos: 1: não sou Deus, logo não tenho o poder de julgar; 2: ele só errou porque ousou fazer algo diferente.
Volto a dizer que fui contra a postura do pastor, mas isso me fez pensar que muitos de nós, que nos colocamos na posição de críticos, fazemos muito pouco ou quase nada para o crescimento do Reino. Muito de nós, fazemos nossos ministérios até meio entediados por ter medo de ousar e fazer algo errado. E, mesmo assim, nos colocamos a criticar os resultados que X e Y têm colhido, sejam eles bons ou maus.
Você pode perguntar: “mas a Igreja não deve denunciar?”. Deve, mas denunciar é diferente de difamar. E o que vi foi um servo de Deus ser difamado por muitos outros servos, o que mostra o quanto nós somos desunidos. Em uma entrevista dada pelo pastor a um jornal do Espírito Santo, ele disse que nós temos muito mais pontos em comum do que divergentes, mas nós temos a cruel necessidade de enfatizarmos mais as diferenças e estabelecer nelas o relacionamento com outros irmãos, sejam de outras igrejas ou da nossa própria igreja, criando um relacionamento desgastante e rançoso.
O que gostaria de salientar é que podemos divergir - e a divergência bem construída é sempre saudável -, mas nunca nos desunirmos. Nosso inimigo maior impera no mundo em que vivemos e, desunidos, somos fracos para vencê-lo. Posso discordar em muitas coisas que você, leitor, defende; e, sinceramente, não espero que você concorde com todas as ideias por mim aqui defendidas (dando total liberdade para que você apresente suas discordâncias neste post). No entanto, saiba que preciso muito de você, de sua fé e das suas orações; para que juntos, vençamos o mal que assola a igreja, o mundo, a nós!
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Louvor é coisa séria
2 de out. de 2012 | Marcadores: Filipe, Igreja, Louvor, Música, músicos, Secular, Texto
Igreja, música, gospel, secular, mundano, certo, errado, pode e não pode. Aposto que todas essas palavras estão frequentemente em nossas discussões sobre músicas, quando relacionadas à igreja. Entretanto, uma situação me chamou a atenção quando assistia a esta grata surpresa, que é o programa The Voice Brasil. Percebi que, nas duas audições já exibidas na TV, os jurados se depararam com candidatos que iniciaram sua trajetória como músicos em igrejas evangélicas e hoje vivem da música, mas estão distantes da igreja.
Essa não é uma situação nada difícil de encontrar. Em qualquer pesquisa por aí, você vai descobrir que grandes nomes da música começaram a cantar ou tocar os corinhos da igreja. Alguns exemplos: Elvis Presley, U2, Evanescence e Coldplay. É muito comum crianças crescerem tocando nas igrejas; logo se tornam excelentes músicos, já que passaram boa parte do tempo convivendo com os cânticos louvores.
O que me intriga é nossa tamanha capacidade em produzir ídolos para os outros, uma vez que essas pessoas poderiam utilizar seus dons para proclamar o evangelho. Nessa trajetória entre mundo, igreja e música, existem vários casos. Há aqueles que acham que o altar é lugar de show e, quando percebem que não é esse o propósito, caem fora. Há também aqueles que acham que são os donos do ministério e engessam o talento dos outros; aqueles que só tocam e não sabem nem o que estão fazendo por ali; aqueles que isso, aqueles que aquilo... poderia passar um mês citando problemas, mas sirvo a um Deus que é maior do que qualquer problema.
Desde os primórdios a música é um elemento fundamental no louvor e na adoração a Deus e, com certeza, quem está em um ministério ligado à música é bastante tentado pelo inimigo. E, nem sempre, estamos preparados para isso.
Pouco me importa o motivo pelo qual Elvis Presley deixou a igreja, para fazer sucesso como o rei do rock. Quero realmente saber, e sempre me lembrar, que o louvor sara, cura e liberta. Nem sempre temos a dimensão de que, quando estamos à frente da igreja, estamos ali apenas para conduzir a igreja à adoração. Estar na frente, mexe com o ego, com o orgulho, com a vontade de aparecer, e por isso que é difícil.
Cada vez que ouço um grupo de louvor tocando, me lembro que Davi tocava sua Harpa e tranquilizava Saul. “E sucedia que, quando o espírito mau da parte de Deus vinha sobre Saul, Davi tomava a harpa, e a tocava com a sua mão; então Saul sentia alívio, e se achava melhor, e o espírito mau se retirava dele” I Samuel 16:23. Com certeza, para ser usado por Deus, Davi estava cheio de Deus e cheio de unção, e tinha buscado, se esforçado para isso.
Ministério de Louvor é um negócio muito sério. Não adianta ter talento e não se colocar aos pés do Senhor. Nada contra quem quer participar de um programa para se tornar uma estrela, cada um na sua, pode até dar certo no final. Mas posso frisar que não há nada melhor que você usar o seu dom para fazer a vontade de Deus.

Filipe Souza
Cristão, jornalista e observador. Quero apenas aprender com tudo que acontece ao meu redor e poder compartilhar isso com as pessoas. É isso!
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As intenções que permeiam nossos atos
27 de set. de 2012 | Marcadores: Eliézer, Evangelho, Igreja, Missão, Texto
"Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo. Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros. De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz." [Filipenses 2.3-8]
Vivemos em um mundo que, cada vez mais, nos cobra iniciativa em tudo. Precisamos fazer, falar e mostrar para que nós viemos. A igreja de Cristo também tem este papel: precisa marcar presença e soltar a sua voz. No entanto, a palavra de Deus deixa claro, no texto supracitado, que devemos cuidar das intenções que permeiam nossos atos.
No último dia 22, estive participando de um evento chamado Metodista Solidário, ocorrido em Coqueiral de Aracruz (ES) e organizado pela Sociedade de Mulheres. Não éramos muitos; devíamos ser uns 50, no máximo, mas estávamos sedentos para servir àquela comunidade com nossos dons e talentos. Não importava quantas pessoas comparecessem para serem servidas... queríamos servir a todos os que ali fossem.
Antes que começássemos a trabalhar, o pr. Natanael Gomes (mais conhecido como Meu Pai), nos trouxe uma pequena reflexão, baseada no texto acima. Uma observação marcante foi que Paulo pediu que houvesse em nós o mesmo sentimento de Cristo. Ele não pediu as mesmas palavras; embora as palavras de Cristo sejam perfeitas e inquestionáveis, nossas palavras são de fácil corrupção. Ele pediu o sentimento; esse não se engana, não se equivoca e, uma vez sendo como o de Cristo, conduz toda a situação sem soar como algo tendencioso. Pudemos trabalhar focados nesta intenção.
É importante ressaltar a diferença de postura que há no Antigo e no Novo testamentos: o Pentateuco pede a nós uma postura externa impecável, não dando tanta atenção ao que está nos corações das pessoas. Não importava muito se o camarada não estava muito ligado ou muito feliz com aquilo tudo, se o seu coração estava cheio de intenções más... o importante era cumprir! No Novo Testamento, o evangelho de Jesus sempre faz questão de nos mostrar o porquê da obediência. Uma vez sabendo o porquê de tudo e entendo o cuidado de Deus com todas estas “normativas”, a intenção de obedecer é totalmente diferente. Não é mais fácil, mas é bem mais compreensível.
O sentimento e as nossas intenções são parâmetro para as nossas atitudes diante de Deus. Se formos mal-intencionados, poderemos fazer um belo trabalho, que talvez possa contribuir muito para o Reino, mas é vão para Deus. Tendo o sentimento de Cristo, um mínimo que fizermos desdobrará em grandes coisas e nos impulsionará a fazermos mais e mais, simplesmente porque Deus quer que façamos.
Jesus, volta logo!!!
20 de set. de 2012 | Marcadores: Arrebatamento, Egoísmo, Eliézer, Igreja, Jesus, Texto, Vida
"Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal." [João 17.15]
Não é muito difícil, nos dias de hoje, visualizar todo o mal implantado no mundo e ter a vontade de chutar o balde. No meio cristão, mais comum ainda é ouvir o famoso “Jesus, volta logo”, ansiando o dia em que veremos a igreja arrebatada para os céus. São inúmeras as vezes em que me peguei nesta situação.
Um dia desses, lendo a Bíblia, passei pelo conhecido João 17.15 e fui remetido à quantidade de vezes em que repeti o popular chavão. Duro foi perceber que, talvez, meu maior interesse nem fosse ver a Igreja de Cristo se juntar a Ele, mas sim sair deste cenário atual em que o mal nos assola e viver dias de plena paz ao lado do meu Mestre. Eu só queira resolver o meu problema. Egoísmo, puro egoísmo!!
Fica a pergunta: qual é nosso real interesse quando declaramos esse jargão? Ter a real proximidade com nosso Deus, junto aos nossos irmãos, ou fugir da responsabilidade que nos é delegada de anunciar o Evangelho da Salvação e tratar de frente com as mazelas deste mundo?
O versículo não só deixa claro que o arrebatamento não será para resolver nossos problemas pessoais, mas também que presenciar o mundo mau é necessário para fortificar a nossa existência na Terra e nossos ministérios. Precisamos sentir um pouco na pele o mal que o pecado está proporcionando aos nossos irmãos, mas cientes de que Deus nos livrará de todo ese mal, uma vez que estamos lavados e cobertos por Seu precioso sangue.
O que quero ressaltar, para conclusão, é que, como filhos de Deus, devemos ansiar a volta de Jesus, viver a eternidade e encontrar o nosso Criador. Mais do que isso, devemos nos preparar todos os dias para isso. No entanto, cuidemos das nossas intenções nessa ansiedade; temos muita coisa para fazer, muito trabalho a apresentar e muitas vidas para ganhar. Deus espera subir aos céus com o ônibus lotado e eu quero viajar em pé para descer primeiro!!!

O grande problema da igreja - EU.
9 de ago. de 2012 | Marcadores: Evangélicos, Igreja, Juninho Porto, Texto
Nos últimos tempos, as críticas contra a igreja têm crescido e, graças a Deus por essas críticas, pois elas são coerentes; o que as pessoas pensam sobre a igreja é a mais pura verdade: somos o resultado do que semeamos.
Tenho pensado com muita tristeza sobre a igreja e cheguei à conclusão de que eu sou o maior dos pecadores, sou a pior das pessoas, eu sou o maior agente da decadência da igreja, não por minhas críticas, porque minhas críticas não são mentirosas ou incoerentes, elas dizem de verdade o que sinto. Quero que todos saibam quem sou e o que penso; cheguei à conclusão de que tenho a necessidade de ser conhecido na Terra como sou conhecido no céu.
Ao longo dos anos, nós, evangélicos, estamos tentando passar uma imagem que não somos capazes de sustentar; temos carregado um fardo muito pesado pra gente e, infelizmente, não passamos de palhaços tentando alcançar o mundo através das nossas palhaçadas. A culpa é minha de fazer da igreja o que ela é. Aprendi que precisava pregar pras pessoas o que me ensinaram, mas, no fundo, falo do que não sei, falo da revelação pessoal de homens de Deus, por isso não sou capaz de viver o que prego. Preciso ser, preciso pregar em atitudes, não em palavras.
Hoje, na maioria das vezes em que vou conversar com uma pessoa que conhece a palavra de Deus e está desviada, ela sempre questiona muita coisa que me deixa sem resposta... e chego à conclusão de que nunca terei resposta pra ninguém, porque a bíblia diz que preciso ser a resposta, preciso ser a referência, preciso ser padrão pros fieis. As pessoas estão cansadas das minhas frases bonitas, cansadas de “Jesus te ama”; elas precisam do meu amor, da minha dedicação e, principalmente, da minha vida, pois eu não tenho a marca da promessa coisa nenhuma: EU SOU a promessa pra essa geração perdida e mal informada. Preciso me aprofundar na palavra que liberta qualquer um de qualquer jugo ou fardo que não seja seu; o meu fardo se torna leve quando me aproximo de Cristo e, quanto mais me próximo de Cristo, mais me torno o Cristo que reconcilia pessoas com Jesus.
Então, vou continuar criticando a igreja sim, pois fui batizado com uma unção de indignação... a mesma indignação santa que estava sobre Jesus quando Ele entrou no templo, com um chicote na mão quebrando tudo, pois as pessoas estavam transformando a casa de oração em covil de salteadores; essa unção está sobre mim, hoje, e sinto que preciso ser como Jesus, não só quebrando, brigando ou pregando, mas ser verdadeiramente igreja, alguém digno de ser seguido.
Por isso eu digo: Não faça o que eu digo, faça o que eu faço! Eu sou a igreja, não as instituições que temos visto e ouvido; posso, com todos os meus erros que não são poucos e que podem aumentar, dizer: o que me define é a presença de Deus em minha vida e isso me faz alcançável pras pessoas e dependente de Deus, como resultado, um pecador santificado pela graça de Deus, digno de ser seguido.
Lembre-se: a responsabilidade de mudar a igreja é exatamente sua, que viu os problemas da mesma!

Juninho Porto
Olá, meu nome é Juninho Porto, tenho 27 anos e sou missionário da JOCUM (Almirante Tamandaré) Curitiba/PR. Trabalho com o "SIGA"(Equipe Móvel de evangelismo).
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Evangelismo na redes sociais, funciona?
2 de ago. de 2012 | Marcadores: Ativismo Digital, Evangelismo, Felipe Nogs, Igreja, Post de Parceiros, Vida Cristã
Por Felipe Nogs
Será que vale a pena postar ou replicar (compartilhar) alguma imagem bonitinha com alguma frase de efeito que gere uma certa comoção, na espera que as pessoas do seu Facebook sejam tocadas o suficiente e aceitem a Cristo? Foi a pergunta que fiz ao nosso movimentado grupo de blogueiros do Facebook.
Foi algo que pensei um tempo atrás e me perseguiu, até encontrar uma fanpage que dizia no seu conteúdo de boas-vindas: "EVANGELIZAÊ - Compartilhe uma photo e leve a palavra para todos seus amigos". Pensei comigo: Que palavra? Se formos pensar no sentido entretivo disso, realmente, uma palavra de efeito será levada, mas, você pode ir ao site Pensador.uol.com.br, que encontrará diversas frases de efeito, ou uma palavra que pode mudar seu pensamento, talvez algumas de suas atitudes também, mas infelizmente, afirmo, elas não vão ter poder para mudar toda sua vida.
Antes que haja uma má interpretação da situação, esclareço: não somos contra esse tipo de ação nas redes sociais... pessoalmente, acho muito interessante; até legal. Vejo que é um começo, uma boa ferramenta até. A crítica não vai a algum determinado ministério, ação ou fanpage, mas direciono para o nível de eficácia desse tipo de ação. Será ela o suficiente para tocar uma pessoa? E se for, será que estamos prontos para acolher esse "novo convertido"? O ministério, sendo online, o cara mora do outro lado do mundo; para qual igreja poderemos indicar que ele vá? Como funcionará tudo isso? Seria o começo das igrejas online?
Posso estar pensando de forma racional e tendo pouca fé... Talvez... mas, se não pensarmos nisso, parte das nossas ações serão em vão. Para outros colegas do grupo, a ação estava mais para um certo comodismo, igualado ao trabalho evangelístico televisivo. Afinal, para que ir até à África, se temos a internet? - certamente, na África não deve existir tanto acesso à rede como em outros países, infelizmente - Logo, eu e o Thiago André buscamos analisar a situação de uma forma plural e crítica.
Para Thiago, evangelizamos online para tirar o peso da consciência de não fazê-lo "corpo a corpo". Como na maioria das coisas, nossa geração tem sido superficial, até para fazer novos discípulos. Fazemos, hoje, parte de uma geração que deixa a TV/Internet criar nossos filhos. Fazemos o mesmo com nossos Filhos na Fé: evangelizamos, pra depois deixar os Telepastores os "criarem" . Temos, assim, uma geração de cristãos criados por programas evangélicos na TV/Internet. (SIC)
Eu acredito que está mais para uma geração de bitolação interativa e digital. Graças (em parte) à cibercultura que se formou nos últimos 10 anos e à TV, que já existe há 60, que têm sido nossos principais meios de informação, intelectualidade e interatividade, perdemos nossas raízes; as escolas bíblicas dominicais estão vazias, porque os DVD`s de certos ministérios chamam mais atenção e ensinam (menos) tanto quanto a EBD. Estamos numa cultura do fast food (isso é clichê, eu sei) e da interatividade. Tudo que chama nossa atenção vem por meio de telas luminosas. É triste e, infelizmente, nós cristãos ainda não aprendemos a lidar com isso ou fazer alguma coisa de forma eficaz online.
Por fim, concluimos que o ministério cibernético não vale de nada sem o 'corpo-a-corpo'. O ponto problemático não está em usar a mídia como ferramenta; o problema está em reduzir a Grande Comissão apenas às mídias. A Grande Comissão é feita de olhos nos olhos, corpo-a-corpo, talvez até de um telefonema ou um chat no MSN... mas eu tenho certeza que não vai ser por meio de imagens e frases de efeito que haverá uma comoção mundial. Porém, não deixa de ser um começo.
Postado originalmente em: http://www.nogsblog.com.br/2012/02/evangelismo-na-redes-sociais-funciona.html
Felipe Nogs é parceiro do JuveMetodista Blog desde o início e é o "manda chuva" do Nogs Blog e do Solomon. Idealizador e moderador dos grupos Blogosfera Cristã e Discussões & Debates Cristãos, entre muitos outros. Estuda jornalismo na PUCRS.
A Igreja e a política
31 de jul. de 2012 | Marcadores: Eliézer, Governo, Igreja, Pastor, Política, Texto
Estamos em ano de eleições municipais. Com as eleições, vem o tortuoso período de propaganda eleitoral de todas as espécies, em que pessoas se apresentam capazes de representar você na Câmara e na Prefeitura de sua cidade. Alguns, são capazes (o que não quer dizer que são todos idôneos), mas, na grande maioria, vejo grandes aventureiros buscando uma oportunidade confortável e cheia de benefícios, subsidiada pelo Estado.
Longe de mim defender uma corrente política ou um partido, até porque não os tenho, mas desejo, na minha humilde e superficial leitura dos fatos, pedir um grande favor a todos: cuidado com o seu voto. Escolheremos pessoas que vão nos representar politicamente e uma escolha mal feita pode martelar em sua mente durante quatro anos, caso você leve seu voto a sério.
Um segundo cuidado, que para mim é o mais importante: cuidado com os candidatos que se dizem cristãos, apresentando-se como representantes dos bons costumes, do evangelho e dos valores da Bíblia. Aprenda uma coisa: o EVANGELHO NÃO PRECISA DE REPRESENTAÇÃO POLÍTICA. Antes de ser um político defensor do valor cristão, ele tem de ser um bom homem, capaz de assumir tal postura perante a sociedade lá dentro da prefeitura, câmara, senado, ou que for... caso seja eleito. Ele tem de ser um cidadão de verdade, sendo ele cristão ou não. Que seja capaz de sofrer todas as agruras, isolamentos e sabotagens que o sistema político possa lhe imputar, apenas por querer ser justo, não somente para a Igreja, mas também para a população de toda a cidade ou nação. O evangelho não precisa ser representado politicamente; somente por Jesus, pelo Espírito Santo e por nós mesmos, pela nossa pregação e testemunho.
Se você vê que igrejas estão se “organizando” para indicar políticos ou servem de curral eleitoral, seja o primeiro a denunciar esta proposta com o poder da Palavra. (http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2012/06/noticias/a_gazeta/politica/1291676-campanha-na-igreja-candidato-poe-video-na-internet-e-revolta-fieis.html, http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2012/07/noticias/especiais/eleicoes_2012/2012/1309347-pastor-cobra-atestado-mental-de-candidatos.html)
A igreja precisa orientar os seus fiéis quanto à responsabilidade do voto, mas não é função dela indicar nomes. O próprio Deus nos deu o livre arbítrio nas nossas escolhas e Jesus nos pediu que “déssemos a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”; logo, não podemos fazer da casa de Deus espaço de divulgação ou pedestal para César e a liderança da igreja não pode interferir na escolha de seus fiéis em prol de interesse próprio.
Apresento agora uma postura pessoal: não voto em pastores (http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2012/02/noticias/a_gazeta/politica/1121650-pastores-se-articulam-para-a-eleicao.html). Se o mesmo sente que tem vocação política, então que abandone seu ministério e se dedique a uma só causa. Não é a toa que muitos “pastô” fazem vergonha quando assumem cargos políticos; porque não levam nenhum das atividades a sério e acabam não sendo excelentes em nenhuma das duas funções.
Não é meu interesse ser um reacionário político ou criador de um movimento, mas simplesmente sou alguém que está farto de ver muitos representantes políticos cristãos se mancharem e os espaços estatais se tornarem um circo eclesial. A igreja só precisa de pessoas comprometidas com o Reino e que queiram abalar o mundo. No mais, ore em todo este processo, pedindo intervenção divina nas nossas escolhas e consciência dos céus em todos os candidatos.
Pra frente Brasil!
17 de jul. de 2012 | Marcadores: Censo 2010, Ditadura, Evangelho, Evangélicos, Igreja, Lucas, Política, Texto
Hoje gostaria de compartilhar uma reflexão que está em minha mente desde o dia em que o IBGE divulgou os últimos dados do Censo 2010[1]. Neles, está a comprovação de que, de fato, o número de evangélicos tem crescido grandemente nas últimas décadas no Brasil.
Antes de comentar sobre estes dados, gostaria de lembrar uma coisa que faz parte da história de nosso país: o jingle Noventa Milhões em Ação[2], da seleção brasileira de futebol na Copa do Mundo de 1970. Este jingle é um dos maiores marcos de uma das coisas mais comuns de se ouvir no Brasil: a afirmação de que somos a Pátria da Chuteira ou o País do Futebol. Nele, cantava-se vibrantemente que os 90 milhões de brasileiros que existiam naquela época deveriam se dar as mãos e dizer: Pra frente Brasil! Porém, por trás dessa música que empolgava a tantos brasileiros e brasileiras, acontecia o período mais duro da nossa Ditadura Militar[3]. E, enquanto muitos cantavam e assistiam jogos, outros eram presos, mortos e torturados nos porões da ditadura.
Talvez, você esteja se perguntando: o que a seleção de 1970 tem a ver com o crescimento dos evangélicos no Brasil? Olha, depende do rumo que nós, evangélicos, vamos tomar nas próximas décadas.
Vamos aos números do IBGE: segundo o Censo, nos últimos dez anos tivemos um crescimento incrível de 61%! Com isso, agora totalizamos mais de 22% da população[4] e este número ainda tende a crescer nas próximas décadas; só o tempo dirá qual será o topo dessa porcentagem. Alguns mais otimistas no meio evangélico, dizem que ainda chegaremos a 100%... sinceramente, isso eu acho bem pouco provável.
Mas voltemos aos números. Numa conta muito simples, o que temos hoje no Brasil é o seguinte: imaginemos um grupo de cinco pessoas. Nele, “três são católicos”, “um é evangélico” e “um é de outras religiões ou sem religião”.
Quando estes dados foram divulgados, muitos evangélicos ficaram eufóricos, pois ele representa o esforço de missionários protestantes que chegaram ao país há, pelo menos, 150 anos, sem interrupção. Enfim, o Brasil será pra Jesus ou será um país de evangélicos em sua maioria; é o que tenho ouvido.
Mas, com toda sinceridade do meu coração, não tenho conseguido ficar tão empolgado com estes números, pois, quando olho ao redor e vejo como o país está, penso o seguinte: o que está mudando? Estamos elegendo governadores, senadores, deputados, prefeitos e vereadores evangélicos pra quê? Pra defenderem nosso próprio umbigo, é a resposta em grande parte dos casos!
Só pra dar um dado do que estou falando, segundo o IBGE, o estado da Federação com menor número de católicos é o Rio de Janeiro, com 45% da população. Contudo... o Rio não é bem o estado mais exemplar do Brasil em questão de honestidade dos políticos, não é o estado com melhor distribuição dos recursos e está longe de me parecer um exemplo a ser seguido.
É neste momento que me pergunto: por que estamos comemorando tanto o crescimento dos evangélicos? Será que todos os evangélicos são iguais e têm sido motivo de orgulho para Cristo? Pois o que tenho visto na TV, muitas vezes, são pessoas que se dizem evangélicas orarem abençoando propina! Vejo apóstolo e bispa serem presos com dinheiro dentro da Bíblia!
Por isso tudo só tenho a dizer que me envergonho e peço perdão a Deus por haver pessoas sujando o nome de tantos que buscam viver uma vida digna, justa e que tentam seguir o exemplo de Jesus. E completo pedindo que Ele tenha misericórdia de nós por, em muitas ocasiões, termos envergonhado seu Santo Nome. Peço para que nosso louvor não seja apenas um jingle, que nos mantenha distraídos da realidade ao nosso redor, mas para que nosso louvor suba aos céus como “aroma agradável a Deus”.
Frente a tudo que foi exposto, quero convidá-los à leitura de dois textos das Sagradas Escrituras, textos estes que sempre foram tão caros a este povo conhecido como evangélico: “Jesus continuou: Com o que podemos comparar o Reino de Deus? Que parábola podemos usar para isso? Ele é como uma semente de mostarda, que é a menor de todas as sementes. Mas, depois de semeada, cresce muito até ficar a maior de todas as plantas. E os seus ramos são tão grandes, que os passarinhos fazem ninhos entre as suas folhas.” (Mc 4.30-32) E: “Jesus sentou-se, chamou os doze e lhes disse: — Se alguém quer ser o primeiro, deve ficar em último lugar e servir a todos.” (Mc 9.35)
No encerramento deste post, quero propor uma dinâmica diferente e que sempre foi tão presente e valorizada no meio evangélico. Não vou interpretar estes textos pra vocês, pois acredito que Deus pode, por meio dessas passagens bíblicas, trazer respostas ao Seu povo, trazendo a nós luz e direção sobre o caminho que devemos seguir como povo chamado evangélico. Portanto, convido-lhe a ler mais uma vez os textos da Bíblia expostos acima e tirar, você mesmo, suas conclusões, com a ajuda do Espírito Santo de Deus...
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[4]http://g1.globo.com/brasil/noticia/2012/06/numero-de-evangelicos-aumenta-61-em-10-anos-aponta-ibge.html

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Lucas Ribeiro
Sou Lucas Andrade Ribeiro, natural de Ipatinga/MG. Formado em Filosofia pela Unicamp e atualmente estuda Teologia na Fateo/Metodista.
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Ah, é pra Deus! | Parte 05 - Final | Artes
24 de mai. de 2012 | Marcadores: Ah é pra Deus, Arte, Igreja, Luiz, Música, Séries, Serviço, Texto
E aí, pessoal, tudo bem?! Antes de qualquer coisa, quero pedir perdão pela demora absurda em publicar a continuação da série "Ah, é pra Deus!". Quero agradecer também a todos vocês que estão acompanhando esta longa série; tenho recebido muitos feedbacks, e isso é muito importante e motivador!
Hoje, o assunto é o que talvez seja o mais polêmico de todos que já levantei durante esta série. Vou começar com uma pergunta:
Quais os critérios que podemos usar pra dizer que uma manifestação artística é cristã ou não? Sabe-se que alguns acordes chegaram até a ser chamados de "acordes do diabo" pela igreja medieval, e tantas outras manifestações artísticas ao longo da história, foram proibidas ou marginalizadas por não expressarem conceitos ou ideias claramente cristãs. (Inevitavelmente citarei mais casos ligados à música, por motivos óbvios. Não tenho muitos argumentos sobre outras manifestações artísticas, mas isso não quer dizer que estas coisas não se apliquem a tudo!)
Hoje, o sentido da exclamação que nos acompanha desde o primeiro post, talvez fique um pouco diferente. O "Ah, é pra Deus!", até então, servia pra enfatizar a ideia de fazer algo desleixadamente, por acreditar que Deus aceita qualquer coisa feita de boa vontade; mas hoje, nossa frase será usada num contexto um pouco diferente, agregando, portanto, outro significado.
Anos atrás, conheci a história de um baixista que era "levita" (sério que ainda tem gente que usa esse termo? Isso é errado,galera!) na sua igreja, mas era fã do bom rock nacional dos anos 80/90. Ele era um músico aplicado e possuía seu próprio instrumento; o fato curioso na história deste rapaz é exatamente este: o instrumento. Ele possuía um instrumento consagrado, que só usava pra tocar na igreja e músicas cristãs e um instrumento não consagrado, que era usado pra tocar músicas seculares.
A inquietação que esta história gera em mim é a seguinte: Esse cara tinha 2 pares de mãos também? Dois corações? Duas mentes?
Deixo claro que não estou chamando o cara de hipócrita ou algo do tipo. Infelizmente, muita gente aprende muita coisa errada na igreja e muitos dos que deveriam ensinar de forma correta não se preocupam muito com isso. Proibir sempre foi mais fácil que orientar. O problema são as consequências.
Vamos pensar um pouco sobre isso:
"Joãozinho era um jovem incomum... das mãos dele, pingava tinta azul. Tudo o que ele fazia com as mãos ficava colorido de tinta azul. Nem precisava pensar muito pra descobrir quem tinha deixado a torneira aberta, ou tirado a roupa do varal. Também era fácil saber quem havia sentado na carteira da classe escolar. Tudo em que Joãozinho tocava, ficava manchado de azul." [Estorinha besta que acabo de inventar]
Fazendo uma ligação da história do Joãozinho, com a história do baixista e o tema do post, gostaria de fazer outra pergunta:
Existe a possibilidade de um cristão produzir arte sem que ela contenha resquícios de sua fé?
Existe uma ideia muito difundida que faz da arte uma prisioneira de momentos litúrgicos e evangelísticos. Como se fosse uma especie de pecado mortal, um sujeito cristão fazer arte pela arte.
Mas... "Ah, é pra Deus!", tem que ter o nome de Jesus na letra da música, tem que dançar música com letra evangélica, tem que fazer teatro só representando textos bíblicos, tem que escrever poesia que fale sobre Deus... e por aí vai...
Será mesmo? Cristãos, pessoas que realmente conhecem a Deus e têm uma fé genuína e verdadeira, conseguem dissociar sua fé daquilo que desenvolvem? Será mesmo que precisamos rotular a arte entre cristã, secular, pagã, religiosa, demoníaca, etc?
Se olharmos para a música popular brasileira, veremos vários artistas que não se declaram umbandistas, budistas, espíritas, etc; Mas, após poucos minutos de contato com o que desenvolvem, nós conseguimos identificar que sua arte é ligada à sua fé. Mas, se você entrar numa loja de CDs (isso ainda existe?) não vai encontrar categorias de música umbandista, budista, espírita... a única arte que faz questão de se separar é a considerada cristã. E, sejamos sinceros: se nós tirarmos a letra de músicas rotuladas como seculares e colocarmos uma letra que fale de Deus, esta música é considerada cristã por qualquer idiota ser humano. E se fizermos o contrário também.
Qual é o foco da nossa vida?! Tudo o que fizermos, inevitavelmente, fará referência a isso. Então, por que não libertar a arte?
Conclusão:
Muito poderia ser dito sobre vários temas relacionados a tudo que pode ser desenvolvido pra Deus, independente da área de atuação. Como disse no primeiro post, compartilhei um pouco sobre o eu vivenciei até hoje e espero realmente que estes textos tenham servido como forma de esclarecimento e/ou reafirmação de conhecimentos que você já tinha. Se alguém me pedisse pra resumir esta série em poucas palavras, usaria apenas 1 versículo:
" ‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento’ e ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’." [Lucas 10:27]
O amor a Deus, sua criação e às pessoas que Ele criou, deve ser a maior motivação quando pensarmos em desenvolver o que quer que seja. Agindo assim, inevitavelmente faremos o melhor, mesmo que pra isso precisemos investir tempo nos especializando em algo!
Deus se importa, sim, com qualidade; porém, se ela vier dissociada de um coração submisso à vontade d'Ele, não resolve muita coisa. Pra tudo deve haver equilíbrio. Técnica, aliada ao amor a Deus e obediência à sua vontade é o melhor caminho pra que se desenvolvam ótimos trabalhos para Deus, seu Reino ou para a igreja local.
Forte abraço, muito obrigado por acompanhar esta série! Gostaria de saber o que você achou. Por favor, deixe sua opinião nos comentários!

"o maior inimigo do planejamento familiar é a igreja"
1 de mai. de 2012 | Marcadores: Eliézer, Igreja, Saúde Pública, Sociedade, Texto
Caros amigos,
Este é, de longe, o post que demorei mais tempo para conceber e talvez o menos extenso. O assunto é muito complexo e demanda muito cuidado na abordagem. Por isto mesmo, careço muito de vossas opiniões para que a ideia central deste post seja devidamente formatada.
Assisti recentemente a um vídeo em que o médico Dráuzio Varella, pessoa a quem muito admiro, apresentava seu ponto de vista a respeito de aborto, uso de contraceptivos, planejamento familiar, espiritualidade e outros assuntos.
Sendo perguntado sobre o principal culpado no planejamento familiar, o mesmo, categoricamente, responde que tal culpado é a igreja por não indicar contraceptivos. Pude ainda ler alguns comentários dos espectadores do tipo: “a igreja não deve interferir”, “nas questões de saúde, ela deve se calar” e outras defesas semelhantes.
O que me faz trazer esta idéia para nosso universo são algumas compreensões e questionamentos particulares:
01 - o principal inimigo do planejamento familiar é o próprio Estado, pois o mesmo não tem competência e, muitas vezes, interesse de atender as camadas mais desfavorecidas.
02 - a igreja talvez seja, hoje, a instituição que mais oriente sobre planejamento familiar, porém suas orientações não são embasadas no uso e manipulação de contraceptivos, mas no respeito do ser humano por seu corpo e amor próprio. Será esta pregação incentivada pela igreja o dito “autoritarismo da pior espécie” defendido pelo interlocutor?
03 – Sendo a igreja uma das instituições que mais dão suporte social nesta esfera, por que deve ser ela a única instituição a se calar quando é necessário falar? Será que a opinião defendida pela igreja é o chamado “poder de prensar a sociedade”?
Gostaria muito de vossa participação, inclusive para discordar destas compreensões.

Bandeiras
13 de mar. de 2012 | Marcadores: Eliézer, Estrutura, Igreja, Reino, Texto
“Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento.” [I Co 3.6]
Paulo esteve em Corinto pregando a palavra de Deus, e partindo ele para Síria, Corinto foi agraciada pela visita de Apolo, um homem eloqüente e poderoso nas escrituras (At 18.24). Esta situação ocorreu em muitos lugares, como Éfeso, por exemplo, e isto fez com que a palavra de Deus fosse amplamente difundida naquele lugar.
No entanto, o capítulo 3 de I Coríntios enfatiza que os as pessoas daquela região ficaram divididas, defendo “as bandeiras” dos pregadores com quem mais se identificavam e o texto mostra Paulo exortando o povo, se desfazendo dos seus méritos naquele trabalho, e incluindo o trabalho do seu “sucessor” como parte do processo de consolidação do evangelho naquele local. Os dois diretamente cooperaram para o Reino, cada uma seu tempo. Deu-se continuidade.
Como definição de sua defesa, Paulo reitera que a verdade (ou não) das obras será vista no devido tempo. O que for verdadeiro resistirá e permanecerá ao fogo; o que for leviano, sofrerá detrimento.
Trazendo esta ênfase paulina para o nosso cenário, me entristeço muito ao ver a crescente defesa das bandeiras e a banalização do que elas realmente representam. A instituição é supervalorizada enquanto a essência da instituição que dá crédito a ela pela a Palavra de Deus, se torna secundária.
Ultimamente, tenho me recusado a ser público da mídia tele-evangelistas, pois vejo nada mais do que um palco de indiretas a quem faz concorrência ao seu “mercado”. Um diz que quem opera milagres é “o deus do ministro a” enquanto o ministro b, que outrora foi o mentor do ministro a, mostra na internet uma “manifestação demoníaca” em que o dito “capiroto” alega que é ele quem reina na igreja do desertor da “igreja verdadeira”. Ouvi de um amigo a seguinte frase: “tenho saudades do tempo em que ser crente era difícil, pois pelo menos era mais fácil e simples ser igreja. Não havia tanta corrupção, nem sede de poder”.
Este é o cenário que vemos à venda, as bandeiras suprimem a Palavra e são mais importantes que as pessoas; os pequenos reinos que competem entre si são mais importantes que o Reino Soberano de Deus.
O que devemos fazer então? Como denunciar a injustiça sendo luz?
A história deixa clara, na reforma protestante que Lutero lutou contra o sistema eclesiástico da época, não simplesmente pelo ato de ser “do contra”, mas porque tinha visão de Deus e não “se conformava com o que aquele século apresentava” (Rm 12.2). Não se conformar não é apenas ser contra, mas transformar sua contrariedade em atitude e postura.
Qual a atitude a ser tomada? Amar aos outros incondicionalmente. Levar a igreja cada vez mais para fora da estrutura física, anunciar a Deus mostrando sua bandeira como parte do Reino, e não Reino como parte da sua bandeira. Ser discípulo e fazer discípulos.
Quando um povo é verdadeiramente amado, quando uma igreja é verdadeiramente efetiva para o Reino, quando o corpo está profundamente interessado e com a Palavra de vida eterna, não há espaço para confusão, não há divisão, não existem os de Paulo e os de Apolo, somente os de Cristo Jesus.
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Enquete #003 - Estrutura qual a real importância?
31 de jan. de 2012 | Marcadores: Enquete, Estrutura, Igreja, Luiz, Social, Texto
Olá pessoal! Venho mais uma vez trazer um assunto polêmico, porém, pertinente para gerar um debate que espero ser interessante e proveitoso como os anteriores.
O Assunto em questão é em relação a estrutura, sim estrutura mesmo, prédio da igreja, equipamentos, terrenos, etc.
Na opinião de vocês é mais importante investir numa mega estrutura pra que o templo seja um lugar confortável para os membros, ou todo o dinheiro que normalmente é gasto nestas coisas poderia, ou até mesmo, deveria ser utilizado em ações de cunho social? Ou você pensa que na verdade, as duas coisas são de extrema importância e deveriam receber atenção igual?
Desde já agradeço ao grande Thiago Matso, do Profetirando por ter autorizado a publicação da imagem. E peço a vocês que respondam a enquete abaixo e se possível justifiquem a resposta nos comentários!
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