A nossa fé nos salva constantemente. Crer sem ver, sem provas ou motivos, nos faz ter plena convicção de algo, independente da situação. A fé é inspirada por Deus e não pelas circunstâncias. Precisamos ter fé e fazer valer essa fé.
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Post do Leitor #010 | Armadura de Deus
9 de nov. de 2012 | Marcadores: Armadura, Deus, Evangelho, Fé, Justiça, Paz, Salvação, Verdade

Por Ronan Valverde Medeiros | Título: Armadura de Deus
Estou no final da graduação em Química (bacharelado e licenciatura). Depois de anos de árduas, duras, cansativas e dolorosas batalhas, esta reta final tem exigido muito de minhas condições emocionais. Esses dias, minha mãe me disse: “Meu filho, todo dia, quando você acordar, se vista com a armadura de Deus”.
Post do Leitor #007 | Relaxa! No final...
24 de ago. de 2012 | Marcadores: Céu, Fé, Futebol, Jesus, Post do Leitor, Salvação, Texto, Vitória
Por: Paulo Cesar Eleuterio Junior | Título: Relaxa! No final vai dar tudo certo!
Num desses domingos, eu pedi ao meu pastor para dar um testemunho e o sábio sacerdote (espertinho) aproveitou e me mandou levar a palavra à igreja, durante sua ausência. Eu, como bom flamenguista que sou e pelo grande futebol que apresento, não pude deixar de fazer um paralelo da pelada da igreja (não é nenhuma irmãzinha não!), que ocorre todas as segundas, com alguns aspectos de nossa vida cristã.
Num desses domingos, eu pedi ao meu pastor para dar um testemunho e o sábio sacerdote (espertinho) aproveitou e me mandou levar a palavra à igreja, durante sua ausência. Eu, como bom flamenguista que sou e pelo grande futebol que apresento, não pude deixar de fazer um paralelo da pelada da igreja (não é nenhuma irmãzinha não!), que ocorre todas as segundas, com alguns aspectos de nossa vida cristã.
Normalmente, são três times para jogar seis partidas de 10 minutos. O importante é vencer. Se você vence, continua jogando... cobram um do outro, fazem faltas e, às vezes, rolam até umas brigas; tudo isto para vencer e continuar jogando. É uma verdadeira competição, assim como os jogos que acompanhamos nas Olimpíadas, menos a final da seleção masculina.
Mas, quando chega a ÚLTIMA PARTIDA, as coisas mudam um pouco: o jogo fica mais amistoso, mais bonito e tranquilo; eu até consigo acertar uns passes, tudo pelo simples fato de que, não importa mais quem vai vencer, os dois times vão sair e a pelada vai chegar ao fim. O peso pela busca do resultado se esvai e passamos a nos divertir e desfrutar da pelada.
Em qual situação temos vivido?
Em nosso dia a dia, vivemos numa corrida atrás de formação, emprego, prazer, felicidade, reconhecimento, posição, status... uma verdadeira competição para mostrar quem é mais realizado e bem-sucedido.
Em nossas igrejas, vivenciamos uma enxurrada de pregações de um evangelho humanístico, voltado para nossas necessidades e vontades, tudo isso para aproveitarmos ao máximo nosso tempo aqui na Terra.
Ora, se eu aceitei a Jesus, creio na sua palavra, na salvação, na eternidade, no retorno Glorioso do Filho de Deus, pra que tanta correria e stress? Pra que tanta preocupação com o tempo presente? RELAXA! NO FINAL VAI DAR TUDO CERTO! Nós somos mais que vencedores em Cristo Jesus. Não significa que teremos vitória em tudo que fizermos e sim pelo fato de termos recebido a maior vitória do mundo, que é a Salvação, que não foi conquistada pelo nosso esforço e sim pelo sangue do Filho de Deus.
Quando vivemos nessa perspectiva da salvação, o resultado do jogo perde sua importância; não importa se você vai ganhar ou perder nesse jogo da vida, mas sim como você vai vivê-lo, como você vai se portar diante dessas situações. Busque valorizar o que é eterno, o que realmente tem valor pra Deus, que são as pessoas, o seu próximo, a Sua criação... e, assim, ajuntará tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração (Mt 6.20,21).
Não quero que você pare de correr atrás de seus objetivos e sonhos, mas que, em primeiro lugar, esteja o reino de Deus e, assim, todas as demais coisas lhe serão acrescentadas (Mt 6.33). Colocar o reino de Deus em primeiro lugar não está ligado diretamente à quantidade de tempo que passamos na igreja, e sim, quanto tempo passamos fora da igreja como se estivéssemos dentro dela.
Pra finalizar, como temos evangelizado? Temos oferecido Jesus como terapeuta, médico, banco, santo Antônio...? Ou como o Senhor e Salvador de nossas vidas, Aquele que provou o cálice da ira de Deus em nosso lugar, para que, assim, fôssemos encontrados justificados perante o Deus Justo?
Se ficarmos ansiosos, que seja pela vinda do Senhor, pelo dia da grande ceia, e, assim, Ele nos ordena com urgência a convidar a todos para esta grande festa, a evangelizar, como está escrito: Sai pelos caminhos e atalhos e obriga a todos a entrar, para que se encha minha casa (Lc 14.23).
BIO: Paulo Cesar Eleuterio Junior | Baixista, físico e petroleiro. Apaixonado pela minha esposa, música, futebol e carros, NECESSARIAMENTE nessa ordem! Tentando agradar o coração de Deus.
BIO: Paulo Cesar Eleuterio Junior | Baixista, físico e petroleiro. Apaixonado pela minha esposa, música, futebol e carros, NECESSARIAMENTE nessa ordem! Tentando agradar o coração de Deus.
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Um bom exemplo, por favor! - #03 I Paulo Cappelletti
7 de jun. de 2012 | Marcadores: Amor, Bom Exemplo, George, Missão, Salvação, Séries, Vida Cristã
Nesta última semana, no meu curso de Teologia, fiquei ‘paralisado’ e ‘chocado’ durante uma aula de gestão eclesial. Um doutorando do nosso professor, que cumpria suas horas de estágio em nossa sala, nos propôs um conflito eclesial e nos pediu que o resolvêssemos, usando os princípios desenvolvidos em sala de aula. O problema proposto foi o seguinte:
Um travesti se converte na sua igreja, porém, tem vários problemas:
· Tem silicone no corpo;
· Tem um marido;
· É soro positivo, estado terminal;
· Viciado em crack;
· Analfabeto e órfão;
· Mora em Hotel, por diária.
Neste momento, imagino que seu primeiro pensamento é de expulsar os demônios desse cara. Pensei a mesma coisa, em um primeiro momento. Todavia, o doutorando nos colocou uma condição: “Nada de coisas espirituais como ‘fazer uma oração’, ‘um jejum pela vida dele’ ou até mesmo ‘expulsar os demônios’ da vida do travesti” (Não que essas coisas tenham menor importância). Ele nos separou em grupos e solicitou um plano a curto, médio e longo prazo, para desenvolver restauração e reintegração da vida deste travesti que acabara de se converter na nossa igreja.
Exatamente neste momento, fiquei paralisado!
Paralisado ao perceber o quanto, na maioria das vezes, tenho reduzido a Missão de Deus às coisas espirituais (fazer oração, expulsar demônio, etc). Volto a dizer, tudo isso é importante! Mas, será que a Missão de Deus se resume nisso? Enquanto ele falava, essa questão me paralisava e me fazia refletir o que é fazer a Vontade de Deus (cf. Mt. 7.21).
Chocado fiquei, ao conhecer o ministério desenvolvido por esse doutorando. Paulo Cappelletti; é nosso bom exemplo de hoje! Percebendo a nossa fragilidade, dificuldade e até preconceito em relação ao conflito, relacionado ao travesti, ele nos apresentou o seu projeto da “Missão Sal” (Salvação, Amor e Libertação).
O objetivo desta missão é alcançar pessoas em situação de exclusão nos centros urbanos, promovendo Resgate, Restauração e Reintegração do homem à sociedade através do evangelho integral.
As pessoas atendidas pela missão são moradores de rua e profissionais do sexo (travestis e prostitutas). Essas pessoas são atendidas na casa Comunidade Nova Chance, uma casa que procura ser uma família através do convívio e do amor que há em Cristo Jesus. Nesta casa, que é a própria casa do Cappelletti e sua família, residem hoje mais de 30 pessoas em situação de risco.
No final da aula, Cappelleti, que é mais conhecido como ‘Macarrão’, nos apresentou o testemunho de um travesti que foi resgatado, restaurado e reintegrado à sociedade, após um período de 12 anos de tratamento em sua casa.
Talvez agora você esteja pensando: “Poxa, 12 anos!”. Isso mesmo, 12 anos! Talvez a pergunta certa fosse: quanto tempo é preciso para levar a vida abundante/plenitude de vida (cf. Jo. 10.10b) que Jesus veio trazer?
Segundo ‘Macarrão’, não importa quanto tempo essa transformação vai gastar e como a pessoa chega às nossas comunidades, mas, como ela vai sair.
Contudo, uma pergunta fica latente. Porque não temos essas pessoas em nossas comunidades? Poderia citar alguns problemas que identifico, todavia, esse não é meu propósito aqui. Minha vontade, com esta série, é expor a vocês que ainda existem pessoas dispostas a cumprir a vontade de Deus. Pessoas cujas vidas nos motivam e nos confrontam a ser um sinalizador do Reino de Deus, aqui e agora.
Deus nos abençoe e nos ajude a viver o seu Reino de vida, aqui e além!
Site da "Missão Sal": http://www.missaosal.org.br
Segue àqueles que se interessarem, uma entrevista em vídeo com o próprio ‘macarrão’:

Este post faz parte da série: "1 bom exemplo, por favor!" Leia mais
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